Preso, cordas que mais pareciam correntes
Era notável o nó cego!
Vendado, não fazia ideia de onde estava...
Gritou, desmaiou, acordou...
Por um milagre, estava solto.
Livre, resolveu escrever o poema épico...
Porém, pensou...
Qual a graça em escrever agora?
Depois de tudo que passou e sofreu
criou nojo dos versos e sonetos,
quis queimar as páginas!
Vontade passou, enjoo continuou...
Embora liberto, seus braços continuaram amarrados...
Para sempre!
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