Mais fácil seria banir o que inflama
encerrar o que alerta
apodrecer o causador do torpor.
Enquanto eles comem e bebem,
deliciando-se sobre os cadáveres
sugando até a última gota de seus crânios
lobotomizando sem utilizar uma navalha
projetando caos, cólera, ódio...
Se eles apenas conseguissem observar
as sombras só se propagavam porque existia claridão.
domingo, 18 de novembro de 2012
domingo, 11 de novembro de 2012
no leaf clover
Um planeta
Dois olhos
Trevo. Trevo de quatro folhas.
Trevo sem folhas.
Quatro paredes, enclausurado.
Enquanto você espera...
Cinco sentidos
Meia duzia de oportunidades
Sete bilhões de pessoas,
e o trem passou.
Dois olhos
Trevo. Trevo de quatro folhas.
Trevo sem folhas.
Quatro paredes, enclausurado.
Enquanto você espera...
Cinco sentidos
Meia duzia de oportunidades
Sete bilhões de pessoas,
e o trem passou.
22/06/12 - O dia em que ele voltou a escrever
Existe força reguladora? Somos árvores de plástico? Onde está nossa liberdade? Ela, de fato, existe? Somos cidadãos e temos direitos, antes de tudo. Mas não temos deveres. Não por sermos cidadãos. Foi imposto o dever. Treinado. Domesticado. Acorda, come, trabalha, dorme. Rotina. Tempo, dinheiro, pessoas. Robôs. Então surgirá uma nova dialética, uma nova tempestade. Um raio. Raios! E então será o fim. Ou o início? Não se sabe ao certo. Tudo flui ou tudo é imutável? Quando tiver certeza, duvide. Ou confie no devir.
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