domingo, 11 de novembro de 2012

22/06/12 - O dia em que ele voltou a escrever

Existe força reguladora? Somos árvores de plástico? Onde está nossa liberdade? Ela, de fato, existe? Somos cidadãos e temos direitos, antes de tudo. Mas não temos deveres. Não por sermos cidadãos. Foi imposto o dever. Treinado. Domesticado. Acorda, come, trabalha, dorme. Rotina. Tempo, dinheiro, pessoas. Robôs. Então surgirá uma nova dialética, uma nova tempestade. Um raio. Raios! E então será o fim. Ou o início? Não se sabe ao certo. Tudo flui ou tudo é imutável? Quando tiver certeza, duvide. Ou confie no devir.

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