A vida outrora verdejante,
hoje tornou-se escarlate,
cor de sangue.
Do aroma dos vales,
antes, purificante,
agora só existe enxofre, aniquilante!
Radiação, anomalias e todos os cânceres,
corpos mutilados, covas,
vozes horripilantes...
Terror!
Porque a guerra continuou?
Porque a arte não se perpetuou?
Nossos deuses morreram...
Nasceram os humanos! Miseráveis!
quarta-feira, 24 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Let it burn
Acho que já estou velho demais para morrer jovem..
Penso que vivi muito pouco para acabar cedo..
Não quero mais falar em viver; crescer!
Deixarei que queime sobre minha pele..
Sentirei o ardor, a dor!
Aquela velha agonia,
o sabor amargo da alegria,
olhando tranquilo na avenida,
rosto vazio, vivendo a epifania.
...
Ainda hei de aprender,
sofrerei de todo prazer,
encontrarei cada morrer,
Enquanto isso, não descansarei..
Só não é tempo de jazer.
Penso que vivi muito pouco para acabar cedo..
Não quero mais falar em viver; crescer!
Deixarei que queime sobre minha pele..
Sentirei o ardor, a dor!
Aquela velha agonia,
o sabor amargo da alegria,
olhando tranquilo na avenida,
rosto vazio, vivendo a epifania.
...
Ainda hei de aprender,
sofrerei de todo prazer,
encontrarei cada morrer,
Enquanto isso, não descansarei..
Só não é tempo de jazer.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
O capitão e o mar
Lembrei das poesias cobertas pela poeira,
dos livros repletos de traças,
as páginas amareladas,
a areia no fim do relógio...
O cantar desritmado dos pássaros,
o olhar abobalhado dos marujos,
que não resistiram ao canto da sereia..
...
As garrafas de rum, já esgotadas,
todas as conchas da praia, quebradas,
e as âncoras afundadas..
Só restava a carcaça do navio..
O canto já ritmado dos bacuraus,
indicava o fim da vida dos marinheiros,
que pereceram antes de alcançar riqueza e alegria.
dos livros repletos de traças,
as páginas amareladas,
a areia no fim do relógio...
O cantar desritmado dos pássaros,
o olhar abobalhado dos marujos,
que não resistiram ao canto da sereia..
...
As garrafas de rum, já esgotadas,
todas as conchas da praia, quebradas,
e as âncoras afundadas..
Só restava a carcaça do navio..
O canto já ritmado dos bacuraus,
indicava o fim da vida dos marinheiros,
que pereceram antes de alcançar riqueza e alegria.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Valente
Enquanto uns riam com os olhos tristes,
outros choravam com um sorriso escancarado...
Ai, pobre alma,
tu há de resistir.
Até porque, caro amigo
já desbravaste outros oceanos,
guilhotinastes mil impuros soberanos
e não será apenas um desalmado, profano,
que te fará ruir.
...
Lembra-te o valor da recompensa,
vibre, viva, sinta!
Espere o quanto for necessário,
mas busque o que é seu por direito.
Seu castelo, seu trono, seu tesouro, estão apenas te aguardando.
Acorde! Vá à luta!
outros choravam com um sorriso escancarado...
Ai, pobre alma,
tu há de resistir.
Até porque, caro amigo
já desbravaste outros oceanos,
guilhotinastes mil impuros soberanos
e não será apenas um desalmado, profano,
que te fará ruir.
...
Lembra-te o valor da recompensa,
vibre, viva, sinta!
Espere o quanto for necessário,
mas busque o que é seu por direito.
Seu castelo, seu trono, seu tesouro, estão apenas te aguardando.
Acorde! Vá à luta!
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Go, mighty warrior!
Acordei, andei e levantei. Despertei?
Chorei! O choro dos derrotados, ultrajados e humilhados!
Bradei, tremi, arquejei, ajoelhei-me...
Externamente, não derramei uma lágrima,
mas caí em pranto dentro de mim.
...
Então, o heroi descobre que o sol há de brilhar novamente.
Os deuses ainda lançarão raios e criarão novas vidas!
Ah, vá embora bravo guerreiro!
Lance seu tridente contra as tropas inimigas mais uma vez!
Caminhe sobre os corpos, jamais tema o sangue ou o rufar dos tambores!
Nunca amedronte-se diante do mal, pois tu, impávido soldado,
nasceu totalmente capaz de destruí-lo!
Chorei! O choro dos derrotados, ultrajados e humilhados!
Bradei, tremi, arquejei, ajoelhei-me...
Externamente, não derramei uma lágrima,
mas caí em pranto dentro de mim.
...
Então, o heroi descobre que o sol há de brilhar novamente.
Os deuses ainda lançarão raios e criarão novas vidas!
Ah, vá embora bravo guerreiro!
Lance seu tridente contra as tropas inimigas mais uma vez!
Caminhe sobre os corpos, jamais tema o sangue ou o rufar dos tambores!
Nunca amedronte-se diante do mal, pois tu, impávido soldado,
nasceu totalmente capaz de destruí-lo!
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